
O consumo de ração no verão é diretamente impactado pelas altas temperaturas do clima brasileiro, que afetam a fisiologia das matrizes e reduzem a ingestão alimentar. Esse fenômeno compromete o desempenho produtivo e reprodutivo, especialmente durante a lactação. O sucesso produtivo começa na escolha de uma matriz adaptada às condições brasileiras, capaz de manter eficiência alimentar e desempenho mesmo sob estresse térmico.
Principais pontos
Como as altas temperaturas afetam a fisiologia da matriz
Quais os impactos da redução do consumo pelo estresse térmico
Por que a genética influencia a adaptação e consumo no calor
Mas por que as matrizes reduzem o consumo de ração no verão?
O estresse térmico desencadeia alterações metabólicas e hormonais que levam à redução voluntária do consumo de ração, como mecanismo natural para diminuir a produção de calor corporal. Embora fisiológica, essa resposta resulta em efeitos produtivos relevantes, como:
- Menor ingestão de nutrientes essenciais
- Estabelecimento de balanço energético negativo
- Maior mobilização de reservas corporais, com perda de condição física.
Impactos do baixo consumo alimentar na lactação
Durante a lactação, a matriz atinge o pico de exigência nutricional. Quando o consumo de ração é insuficiente, ocorre redução na produção de leite e aumento da variabilidade no peso dos leitões ao desmame. Além disso, a perda de condição corporal interfere negativamente no intervalo desmame-cio e compromete a eficiência reprodutiva dos ciclos subsequentes, elevando custos e reduzindo a previsibilidade dos resultados zootécnicos.
Eficiência alimentar e adaptação ao estresse térmico: um diferencial da genética TOPGEN
Embora o manejo ambiental e nutricional tenha papel relevante, há limites claros para sua eficiência quando a base genética não é adequada. A matriz Afrodite, desenvolvida pela genética TOPGEN, foi selecionada com foco em eficiência alimentar, adaptação ao estresse térmico e sanidade robusta, características essenciais para sistemas produtivos em clima tropical.
Esse perfil genético favorece a manutenção do consumo de ração durante a lactação, sustenta níveis elevados de produção de leite e contribui para o crescimento mais uniforme dos leitões, mesmo em períodos de maior desafio ambiental.
O sucesso produtivo começa na escolha criteriosa da matriz.
Compreender que uma genética de qualidade é o pilar da suinocultura moderna permite enfrentar com maior segurança os desafios do verão.
A genética TOPGEN permanece como fator determinante para sustentar desempenho superior, eficiência produtiva e consistência de resultados, mesmo sob condições ambientais adversas.