Maternidade fora de gaiola: a eficiência do sistema começa na genética!

A transição para sistemas de maternidade fora de gaiola (ou parto livre) vem ganhando força na suinocultura, impulsionada por demandas crescentes de bem-estar animal. Embora muitas vezes o foco esteja nas adequações estruturais, o verdadeiro diferencial desse modelo está na base do sistema: a genética das matrizes. É nesse ponto que a genética suíça se destaca, reconhecida mundialmente por sua precisão, inovação e rigor técnico. Esse padrão de excelência é resultado de décadas de seleção criteriosa, com foco simultâneo em desempenho zootécnico, comportamento equilibrado, adaptabilidade ao sistema livre e bem-estar animal.

O equívoco de concentrar esforços apenas na infraestrutura

A migração para o parto livre costuma ser planejada a partir de intervenções estruturais: baias ampliadas, novos layouts e adequações de fluxo. Embora necessárias, essas mudanças representam apenas uma parte da equação.

Nos sistemas livres, a ausência de contenção física expõe o comportamento real das matrizes. Temperamento, habilidade materna e estabilidade comportamental tornam-se fatores críticos para produtividade e segurança. Assim, a genética assume papel central, superando o manejo como determinante do sucesso.

Existe genética ideal para um sistema produtivo?

Nenhuma genética é a ideal, mas sim, mais adaptada para cada sistema de produção. Para que os animais consigam expressar todo o seu desempenho produtivo, a seleção genética deve considerar atributos comportamentais e fisiológicos compatíveis com o sistema. Entre os principais: 

  1. Docilidade e temperamento estável

Reduzem o estresse no ambiente, facilitam a rotina de trabalho e aumentam a segurança de tratadores e leitões. 

  1. Autonomia e comportamento independente

Matrizes independentes conduzem o parto e organizam a leitegada com menor intervenção humana, otimizando a mão de obra. 

  1. Habilidade materna

Fundamental para evitar perdas, assegurar acesso ao úbere e proporcionar melhor vitalidade aos leitões.

Essas características não surgem apenas de manejo, embora ele contribua significativamente, elas são sobretudo consolidadas geneticamente ao longo de gerações por meio de seleção direcionada.

Preparando sua granja para a maternidade livre

A TOPGEN trabalha com matrizes geneticamente selecionadas para alta eficiência produtiva e comportamento equilibrado, que se adaptam às exigências dos sistemas livres. A matriz Afrodite, é
resultado de mais de 40 anos de seleção contínua para desempenho em baias coletivas, o que permite sua excelente adaptação aos sistemas de maternidade fora de gaiola. A seleção prioriza comportamento dócil, excelente habilidade materna e alta eficiência reprodutiva, características essenciais para reduzir a necessidade de intervenções, minimizar perdas e otimizar a produtividade mesmo em sistemas livres.

Mais do que genética de origem suíça, a Afrodite representa uma genética preparada para o manejo moderno, onde bem-estar, desempenho e autonomia das matrizes caminham juntos.

Conclusão: sistemas livres exigem genética superior

A genética TOPGEN permite unir maternidade livre, bem-estar e desempenho produtivo superior em uma única solução, elevando a eficiência da granja e fortalecendo a sustentabilidade do sistema.

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