Peste Suína Africana: Até Onde a Barreira Sanitária dos Oceanos é Eficiente?

Peste Suína Africana

Peste Suína Africana: Através de revisões documentais sobre focos de PSA na América Latina e Caribe na década de 1970 e início da década de 1980, é fácil concluir que o transporte de focos de um continente a outro é promovido pelo homem. Principalmente através de alimentos provenientes de regiões infectadas.

Entre 1971 e 1980 foram eliminados mais de 1,2 milhão de suínos por conta da PSA em Cuba, no Brasil, República Dominicana e no Haiti. 

Por isso, vale lembrar que a saúde dos nossos animais só depende de nós mesmos, sendo muito importante que todos os produtores mantenham, sempre, as devidas precauções:

• Avisar a vigilância sanitária se virem algum javali ou porco asselvajado nas imediações das granjas;

• Colocar cercas nas granjas para evitar entrada de outros animais;

• Trocar os calçados ou tomar banho antes de entrar nas granjas e baias dos animais, como é feito aqui na TOPGEN;

• Ter cautela com pessoas que transitam de outros países e vão conhecer sua granja.

A conclusão é que não se pode fazer economia de esforços na conscientização e vigilância, quando se trata de proteger rebanhos saudáveis de doenças facilmente disseminadas mundo afora. 

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