
A mortalidade de matrizes é um dos fatores que mais impactam a eficiência econômica das granjas comerciais. Mais do que um indicador técnico, ela influencia diretamente o fluxo de caixa, o custo por leitão produzido, a taxa de reposição e a estabilidade produtiva do sistema.
Você sabe, de fato, o quanto está perdendo com a mortalidade de matrizes na sua operação?
O que você irá saber:
- Como a mortalidade das matrizes suínas impacta a rentabilidade da granja.
- Como a mortalidade reduz a produção de leitões e aumenta a taxa de reposição.
- Como a genética voltada para longevidade e resistência reduz a mortalidade e melhora o resultado econômico.
Toda matriz representa um investimento
Cada matriz inserida no plantel representa um investimento, que inclui desde a recria, alimentação, manejo e ocupação de instalações até o início da vida produtiva.
Para que esse investimento seja recuperado, a fêmea precisa atingir determinado número de partos e gerar número suficiente de leitões desmamados. Quando a mortalidade ocorre antes desse ponto, a granja tem prejuízo direto, pois a matriz ainda não produziu o suficiente para compensar seu custo de reposição.
Além disso, a reposição antecipada:
- Eleva o custo por leitão produzido;
- Aumenta a taxa de reposição anual;
- Pressiona o fluxo de caixa da operação.
Quanto maior a mortalidade, maior a pressão sobre os custos e menor a eficiência econômica do sistema.
Redução da vida produtiva e impacto na produção de leitões
Mesmo quando a matriz já atingiu o número mínimo de partos para pagar seu custo, sua saída antecipada continua gerando impacto econômico.
A longevidade produtiva permite que o investimento inicial seja diluído em um volume maior de leitões ao longo da vida útil da fêmea. Quanto maior o número de ciclos produtivos, maior o total de leitões desmamados por matriz, indicador diretamente ligado à rentabilidade da granja.
Portanto, longevidade não é apenas um indicador zootécnico. É um fator econômico central.
Aumento da taxa de reposição e pressão sobre os custos
A mortalidade elevada exige maior entrada de leitoas no plantel para manter o número de matrizes produtivas. Isso aumenta a taxa de reposição anual e altera a estrutura dos lotes. Uma taxa de reposição alta implica:
- Maior custo com aquisição e/ou produção de leitoas;
- Maior necessidade de espaço e manejo na fase de adaptação;
- Maior variação no desempenho reprodutivo médio do plantel.
Quando a proporção de fêmeas jovens aumenta excessivamente, há maior oscilação no número de leitões produzidos, menor previsibilidade de resultados e maior necessidade de adaptação aos desafios de manejo e ambiência.
A solução começa na genética TOPGEN
Fêmeas selecionadas para longevidade produtiva, boa conformação corporal, resistência e adaptação ao ambiente de granja apresentam maior capacidade de permanecer produtivas por mais ciclos, mantendo estabilidade reprodutiva ao longo do tempo.
A matriz Afrodite foi desenvolvida com foco em adaptação ao sistema intensivo e menor taxa de mortalidade, contribuindo para maior permanência no plantel e melhor produção vitalícia de leitões.
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