Como a baixa mortalidade da matriz pode impactar recria e terminação

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Um dos principais objetivos de qualquer produtor de suínos é manter altos níveis de fertilidade e desempenho reprodutivo. Isso significa garantir uma taxa de fertilidade adequada e baixa mortalidade na matriz, algo que requer esforço constante. Neste artigo, vamos explorar como a baixa mortalidade na matriz afeta a produção de suínos e quais os benefícios que isso traz para os ciclos de recria e terminação. Vamos também abordar as estratégias e medidas que os produtores devem adotar para garantir um bom desempenho reprodutivo.

Fase de Recria

A fase de recria é de suma importância dentro da cadeia produtiva de suínos. Alcançar uma excelente performance nesta fase será fundamental para o sucesso do ciclo produtivo da granja.

Por isso, uma maneira de melhorar a performance da fase de recria é monitorar a mortalidade da matriz. Uma alta taxa de mortalidade da matriz pode resultar em custos adicionais e dificuldades para gerir o plantel de maneira equilibrada. Por outro lado, uma baixa mortalidade da matriz pode ser um indício de que a saúde e as condições genéticas do plantel são favoráveis e que a performance esperada pode ser alcançada.

Baixos índices de mortalidade nas matrizes também podem resultar em custos reduzidos para recria e terminação. Isso ocorre, pois, a progênie herda das matrizes a sua resistência a infecções e características morfológicas, como aparelho locomotor.

Portanto, baixos índices de mortalidade da matriz é um importante elemento para apontar lucratividade e performance na produção suína, pois uma baixa mortalidade da matriz sinaliza para melhores resultados na recria e posteriormente na terminação.

Em suma, a adoção de boas práticas de manejo e de ferramentas nutricionais pode ajudar a melhorar a saúde da matriz, além de priorizar uma genética favorável, que obtenha índices relevantes e comprovados como a AFRODITE, o que resultará em menores custos e maior lucratividade.

Desafios na Fase de Recria

Na recria, conhecida também como fase de creche, compreendida entre o fim do desmame até por volta de 63 dias, os leitões serão desafiados por diversos fatores. Entre eles podemos listar a mudança de ambiente, normalmente temos relatos de menor biosseguridade, maior incidência de exposições a patógenos, aliados com uma queda na curva de resposta imunológica dos leitões.

Por fim, relatamos que a baixa mortalidade das matrizes, fazem com que a progênie expresse esses ganhos nas fases citadas, e os criadores podem economizar em custos e aumentar a competitividade. Com isso, os benefícios de ter uma baixa mortalidade da matriz são muitos. Portanto, para garantir o sucesso da recria, é necessário que os produtores se esforcem para manter esse importante quesito em um nível aceitável.

Dados importantes do setor, mostram que a mortalidade de leitões apresenta um índice de até 10% no desmame e recria. Número que mostra a alta perda de eficiência do sistema e alto custo. Já a genética Afrodite e Avós TOPGEN, são matrizes que aliam excelente desempenho com alta rusticidade, desafiando os relatos do mercado e apresentando apenas 5,5 a 6% de mortalidade em seus leitões, o que torna sua progênie apta a transpor os desafios encontrados no campo e gerando mais competitividade para o setor suinícola.

Desafios na Fase de Terminação

Antes de mais nada, na fase de terminação, compreendida entre os 63 dias até o abate, normalmente aos 160-170 dias de vida, relatos de mortalidades são muito preocupantes, tendo em vista o alto valor investido em manter os animais até a chegada nessa fase.

Podemos destacar como desafios:

  • Ambiente de criação;
  • Manejo dos animais;
  • Prevenção de doenças.
  • Redução/exclusão do uso de antimicrobianos

Dados mostram que a média de mortalidade no mercado varia de 3 até inacreditáveis 15%. Esse número nos dá a ideia de alto investimento perdido momentos antes de finalizar o processo produtivo do leitão. Em suma, a maioria dos custos de produção foram pagos, e que no momento do retorno financeiro estamos tendo perda por mortalidade.

A genética TOPGEN deve ser destacada em comparação com esses dados, uma vez que, os animais terminados apresentam taxa de mortalidade abaixo de 1%.

Precisamos ter em mente no momento de tomarmos a decisão sobre qual a genética utilizaremos na nossa granja, que estamos falando sobre custo de produção. Que precisamos realmente calcular o quanto a mortalidade em todas as fases do sistema produtivo afeta a competitividade do setor.

Portanto, precisamos entender que a mortalidade na recria e terminação está relacionada com a genética escolhida para a matriz, e que somente o número de leitões nascidos não deve ser fator para essa decisão. A morte de um leitão na terminação pode gerar um custo de cerca de 3 leitões nascidos.

Em suma, ter a clareza de que todo investimento para produzir um animal para a indústria já foi realizado. Ele começa na aquisição da matriz, toda a sua preparação para a cobertura, gestação até o parto. Aqui envolvemos custos com alimentação, espaço, mão-de-obra, protocolos sanitários, entre outros. E esse custo segue se somando durante a recria, com rações especiais de alto valor agregado, vacinações, mão-de-obra e outros custos. Chegando então a fase de terminação, onde somando-se aos custos acima citados, temos a o aumento exponencial na quantidade de insumos consumidos (Kg/dia). E que a perda de um animal nessa fase, podendo ser evitada, torna o suinocultor mais competitivo.

Com isso precisamos salientar o quanto é importante ter animais superiores geneticamente para resistência a patógenos, assim como as linhagens TOPGEN.

Taxa de Mortalidade x Genética TOPGEN

Primeiramente, a baixa mortalidade durante as fases de recria e terminação são fundamentais para a rentabilidade do seu negócio, faz com que os custos com as perdas sejam minimizados. Por isso, a Genética TOPGEN consegue esses ótimos resultados, por ter investido em alta produtividade de suas matrizes, sem abrir mão da baixa mortalidade.

Em outras palavras, precisamos ter em mente que a mortalidade nas fases de recria e terminação está sim relacionada com a escolha da matriz e que a opção por matrizes de maior eficiência frente aos desafios nos trará respostas positivas durante toda a produção.

Entender que muitas vezes a aquisição de matrizes somente pela promessa de alto número de leitões nascidos não se sustenta dentro de um sistema, e que os custos da mortalidade dentro do sistema produtivo afetam de maneira significativa a produtividade de matrizes.

Por isso quem tem o poder de escolha, escolhe TOPGEN e com isso, todos os benefícios e índices comprovados de menor taxa de mortalidade e maior resistência, aliados ao alto desempenho reprodutivo, entre outros fatores que refletem diretamente no produto, como mais Kg de cevado/porca/ano.

Nossas matrizes possuem o equilíbrio necessário de custo x produção. Valorize sua produção, escolha TOPGEN.

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