Mortalidade de Matrizes Suínas

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A mortalidade de matrizes suínas é um dos problemas principais enfrentados na produção de suínos. Isso pode levar a perdas significativas de produção, pois afeta a viabilidade produtiva das matrizes. Além disso, é necessário investir recursos adicionais para contratar novos suportes à produção, executar protocolos de limpeza e desinfecção e monitorar frequentemente as matrizes, aumentando os custos das granjas. Neste artigo, discutiremos os principais fatores que contribuem para a mortalidade de matrizes, assim como estratégias para reduzi-la e potencializar a produção.

Principais Causas da Mortalidade de Matrizes Suínas

A mortalidade de matrizes suínas é um importante gargalo para a produção de suínos. Ela pode ocorrer por várias razões, tais como doenças, problemas físicos ou nutricionais, infestações por parasitas, instalações inadequadas e problemas reprodutivos. É muito importante para a produtividade da granja determinar a causa da mortalidade e controlar as condições que contribuem para ela. Se não for feito isso, a mortalidade de matrizes suínas pode aumentar de forma significativa, provocando uma importante perde econômica.

Uma das principais causas de mortalidade em matrizes suínas é a lesão que elas adquirem nos cascos ou no aparelho locomotor. Estas lesões têm sido associadas com as más condições de manejo, ambiente de produção inadequado, genética e predisposição de gênero. A prevenção de lesões nos cascos e no aparelho locomotor das matrizes suínas é essencial para reduzir a mortalidade e aumentar a produtividade. Existem muitas estratégias para diminuir o risco de lesões e morte nas matrizes suínas, como melhorar as condições de manejo e de habitação, controlar os níveis de sódio e cálcio na dieta e melhorar a qualidade da alimentação. Quando as matrizes suínas sofrem lesões nos cascos ou no aparelho locomotor, é importante tratá-las adequadamente para minimizar a perda de produção e melhorar a qualidade de vida dos animais. A prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado das lesões no casco e no aparelho locomotor são essenciais para reduzir a mortalidade das matrizes suínas e melhorar a produtividade das granjas.

Algumas doenças infecciosas, tais como leptospirose, brucelose, colibacilose e hemoglobinúria são as principais causas de mortalidade entre as matrizes suínas. A vigilância sanitária, avaliação de qualidade de sêmen, cuidados pré-natais, vacinação e tratamento adequado com antibióticos são algumas das medidas preventivas que podem ser tomadas para reduzir a mortalidade de matrizes suínas. A produção adequada de leite pela matriz é estritamente necessária para a saúde e o desenvolvimento adequado dos leitões, e muitas vezes é o principal fator para o sucesso da produção suína. É importante, portanto, adotar medidas preventivas para reduzir a mortalidade de matrizes suínas, incluindo a adição de minerais, vitaminas e nutrientes adequados à alimentação das matrizes, além da manutenção de instalações limpas e higiênicas. Ao adotar estas medidas, os criadores de suínos podem garantir que suas matrizes terão menos problemas de saúde e que a produção de leite será suficiente para garantir o bom desempenho dos leitões.

Medidas Preventivas

É importante implementar medidas de biossegurança apropriadas para reduzir as chances de doenças, além de melhorar as instalações dos suínos. Os criadores também devem monitorar cuidadosamente o manejo dos suínos, como o fornecimento de alimentos para manter um bom estado nutricional. É importante lembrar que, quanto melhores as condições de vida dos animais, menor a taxa de mortalidade. A gestão de matrizes também é essencial para obter bons resultados de produção. É importante fornecer aos animais uma rotina adequada e um bom manejo durante todo o ciclo de vida para garantir uma produção eficaz. Manter o bem-estar dos animais e permitir que se adaptem ao ambiente de produção por meio de programas de adaptação também pode contribuir para a redução da mortalidade das matrizes.

Calculando os Custos

A forma de calcular os custos que a mortalidade das matrizes exerce sobre o plantel é muito variável, mas podemos estimar partindo de alguns pontos que são em comum para todos os sistemas produtivos, como por exemplo o valor de aquisição da matriz de reposição, custos da operação até o momento do descarte e cessão do lucro.

As perdas incluem, mas não se limitam, ao custo de reposição da matriz citado acima, custo da ração consumida, valor da carcaça recebido em um descarte programado, entre outros.

Uma conta rápida que gostamos de apresentar aqui na TOPGEN, transforma os valores de reposição das matrizes por mortalidade, em número de leitões.

Esses valores nos dão o indicativo de que uma das principais ferramentas para enfrentarmos os custos relacionados à mortalidade de matrizes, está na aquisição de matrizes com menor taxa de mortalidade, como a nossa Afrodite.

Esses resultados são possíveis devido aos padrões de seleção definidos durante toda a história da TOPGEN, que sempre se preocupou em produzir uma matriz resistente a doenças, com baixos relatos de prolapsos, excelente aparelho locomotor que torna possível uma vida produtiva mais longa, além outros critérios que fazem da Afrodite a matriz mais completa do mercado.

Traduzindo esses dados referentes à mortalidade, para valor de leitões, podemos afirmar que na aquisição da Afrodite você ganha 1,2 leitões para cada matriz do plantel, a cada lote de desmame.

Podemos afirmar que a preocupação da TOPGEN em fornecer matrizes que elevam a competitividade do produtor e do setor suinícola está representada quando nossas taxas de mortalidade e reposição vão na contramão do que o mercado relata, encontrando na Afrodite redução nos índices de mortalidade e reposição, contra os aumentos iminentes do mercado apresentado nos principais congressos mundiais.

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