Relembre a trajetória e o pioneirismo da TOPGEN no mercado de suinocultura brasileiro

Diretora da TOPGEN, Beate Von Staa, relembra momentos importantes da história da marca, além de enfatizar a relevância da raça Duroc no atual mercado brasileiro.

Com o início das atividades no final da década de 80, a TopGen ainda era uma granja de reprodutores, termo que se usava muito na época, antes mesmo de surgir a nomenclatura que hoje conhecemos como Genética Suína. Mas até os processos eram diferentes naquela época. O cliente, que geralmente era o produtor, se deslocava até a granja, onde escolhia quais leitoas ou reprodutores queria comprar e levava-os embora em seu transporte particular. Essa era a logística de antigamente, mas, como tudo na vida, esse mercado conseguiu evoluir e muito. Não é à toa que a suinocultura é um dos segmentos mais inovadores que existem.

Trajetória e o Pioneirismo da TOPGEN

Abertura da importação no Brasil

Depois da entrada de empresas estrangeiras no Brasil, movimento que aconteceu logo após a abertura da importação no Brasil, começou-se a trabalhar de outra forma, atualizando os processos de todas as áreas. Do marketing às tecnologias, o conceito de genética suína passou a ser real a partir da década de 90. Nesse sentido, graças a sua trajetória e ao seu pioneirismo, a TOPGEN sempre esteve atenta às tendências, acompanhando as mudanças do mercado, buscando cada vez mais inovar e aprimorar seu negócio. Priorizando matrizes de boa qualidade, a TOPGEN não demorou a descobrir que tinha um material genético precioso, ou seja, que merecia devida atenção dentro do plantel. “Tivemos um tutor que nos alertou para esse material genético de qualidade e para não perdermos isso, fizemos um trabalho de eliminação de doenças de rebanho: respiratórias, entéricas e repopulamos um plantel livre de doenças na Granja Núcleo“, comentou Beate.

"Tivemos um tutor que nos alertou para esse material genético de qualidade e para não perdermos isso, fizemos um trabalho de eliminação de doenças de rebanho: respiratórias, entéricas e repopulamos um plantel livre de doenças na Granja Núcleo", comentou Beate.

Raças Puras

Destinada apenas à criação de raças puras, a Granja Núcleo da TOPGEN abriga os animais que são utilizados para fazer melhoramento genético. Isso acaba sendo de extrema importância, pois no mercado atual, os cruzamentos são essenciais, sendo que existem cruzamentos específicos para cada objetivo. Por exemplo: existem cruzamentos que são tipicamente utilizados para criação de matrizes, ou seja, boas mães. Para atingir ese objetivo, na grande parte da indústria suinícola do mundo, são utilizadas as raças Large White e Landrace, que têm características maternas muito boas, como longevidade e elevado peso de leitegadas.

Também existem determinados machos que são excelentes para cruzar com as matrizes. Esses machos são chamados de terminador e são especializados em carne e desempenho, que é a conversão de quilos de ração consumida em quilos de carne produzidos.

O retorno da raça Duroc

O mercado está cada vez mais exigente, seja com os processos dentro da suinocultura, prezando pelo bem-estar humano, animal e ambiental, ou na própria qualidade e sabor da carne. Por essa razão, outra característica que se busca no macho é a velocidade de ganho de peso. Isso significa ganhar peso para o abate em tempo mínimo. Ainda sobre a qualidade do produto final, ela pode ser expressa em suculência, marmoreio e até na cor. O fato é que existem raças que produzem carnes mais saborosas e outras que produzem carnes mais secas e isso está ganhando muita força no Brasil, especialmente com o aumento da gourmetização e do interesse por carnes suínas mais saborosas. E a raça perfeita para isso é o Duroc.

Conhecido por ser um animal rústico, com bom desempenho, boa conversão alimentar e bom ganho de peso, o Duroc ainda traz uma suculência inconfundível, devido a presença de gordura intramuscular. Mas não é apenas o sabor que conta. No cenário internacional, o Duroc é muito usado como macho terminador, em especial o Canadá e a Dinamarca e tem mercados, em especial o Japão, que exigem uma qualidade de carne para importação e, para cumprir essa exigência, também usa-se o Duroc.

Precisamente em 1956, o Duroc foi importado a primeira vez ao Brasil como macho para produzir boa carne. Já na década de 90, a raça foi introduzida em linhagens maternas. No entanto, essa não é uma raça muito adequada para esse tipo de cruzamento, sendo melhores para outras finalidades. Isso fez com que a raça fosse mal vista perante o mercado brasileiro, mas agora, como macho terminador, suas características voltaram a ser as ideais para garantir uma carne de extrema qualidade.

A matriz mais completa do mercado

Afrodite é a matriz carro-chefe da TOPGEN, resultante do cruzamento das raças Large White com Landrace. É considerada por diversos especialistas como a mais completa do mercado, reunindo os seguintes diferenciais: rusticidade, docilidade, uniformidade, boa ingestão de ração no calor, alta produtividade de leite, elevado peso da leitegada no momento da desmama, profundidade, aparelho mamário e aparelhos locomotores ideais.

Como macho, a TOPGEN também utiliza o MS115, uma parceria com a Embrapa. Mas o Duroc começa a fazer parte desse portfólio. Inclusive, foi comprovado que o cruzamento entre Afrodite e Duroc resulta em um excelente produto, que satisfaz tanto o produtor rural, por imprimir uma qualidade muito robusta nos animais e um excelente desempenho zootécnico, como o mercado consumidor, por oferecer uma carne com suculência especial.

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